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Terça-feira, 21 DE Fevereiro DE 2012

28º Capitulo

Pisquei o olho ao Ruben de modo a que ele percebesse que eu estava na brincadeira com ele.

Fomos jantar e este correu muito bem sempre com muita brincadeira à mistura como já era comum. Mas foi quando comecei a receber elogios que a conversa azedou.

 

R – Mas olhem lá, vocês estão só a elogiar a Patrícia porque? Eu também mereço.

D – Ué manz mas cê tava dormindo quando eu a Sarinha chegámu.

R – Pois mas o jantar ficou tão bom devido a todo  o amor e carinho que eu dou à minha menina.


O Ruben ao dizer-me isto beijou-me, o que deu origem a que os nossos amigos mandassem boquinhas, mas foi a frase proferida pelo meu irmão que me chamou mais à atenção.

 

JP- Eu vou à casa de banho.

Eu sabia bem que a subita vontade dele não era ir à casa de banho e por isso mesmo resolvi segui-lo.

 

P – Com licença.

 

O João encaminhou-se para a casa de banho mas deteve-se quando o chamei.

 

P – João Pedro.

JP- Sim?

P – Preciso de falar contigo.

JP – Mas eu ia à casa de banho.

P – Achas mesmo que me consegues enganar João Pedro da Silva Pereira?!
JP – UI vai sobrar para mim. Então o teu querido namorado não te chega!?

P – João Pedro entra já ali no meu quarto que vamos ter uma conversa muito séria! – disse já com cara de poucos amigos, a verdade é que já me estava a cansar ele ter estado toda a noite a olhar para o meu amor com vontade de o fuzilar.

JP – O teu quarto? Ui isso já tá tão avançado que o quarto do Ruben já é teu também?
P – Já João!


Entramos no quarto e sentamo-nos eu na cama e ele numa cadeira que o Ruben sempre teve no quarto e que eu neste momento agradeci por lá estar.

 

P – Posso saber o que é que se passa contigo hoje?

JP – Nada porque? Contigo é que se deve passar alguma coisa para me trazeres para aqui.

P – Tu passaste a merda do jantar toda a olhar para o Ruben com vontade de o matar e depois ainda tens a lata de me dizeres que não se passa nada.

JP – O que queres que te diga? Que não gosto que estejas com ele? Que não me agrada nada que tenhas sexo com ele? Que ele te exiba por ai? Que vás ser só mais uma conquista?


Ouvi tudo o que o João tinha a dizer e sinceramente estava mais do que desiludida com o meu irmão, só me apetecia dar-lhe uma bofetada, no entanto tentei a muito custo acalmar-me.

 

P – Primeiro João, quero que sejas o que foste agora, sincero comigo, segundo preciso que me expliques porque é que não te agrada que estejamos juntos e porque é que só me disseste agora. Depois eu e o Ruben não fazemos sexo, fazemos amor, amamo-nos e isso acontece cada vez mais e com mais sentimento. E Depois que conversa é essa de exibir e conquista? Queres mesmo, tu jogador de futebol, passar-me essa imagem dos jogadores de futebol?

JP- Não me agrada porque não gosto, também tenho direito a não gostar de alguma coisa ou não? Tu não nos compares, sabes que sou muito melhor do que ele, sabes perfeitamente bem que ele nunca me vai chegar aos calcanhares.

P – Ai não? Olha João, neste momento o Ruben está a ter uma postura muito melhor que tu, está ser muito mais homem do que tu.

O João levantou-se e começou a caminhar até à porta, mas eu agarrei-lhe no braço e fiz com que ele se voltasse para mim.

P – Porra João és capaz de me dizer o que se passa contigo?
JP – Foniz tu não consegues perceber que eu te amo, não só como irmão, mas como homem, que sempre fui apaixonado por ti, e que apesar de gostar muito da Claudia é o teu nome que faz o meu coração disparar?

P – E como é que só me dizes isso agora? Tiveste tanto tempo para me dizeres e só agora, só hoje é que me dizes isso. Tu sabes perfeitamente que eu gosto de ti como um irmão e não como uma mulher gosta de um homem. Eu amo o Ruben.

JP – E era esse amor que eu queria ter para mim, mas não posso. Agora deixa me voltar para a sala que eles vão achar estranho.


Não disse mais nada e permiti que o João voltasse à sala, já eu dirigi-me À casa de banho para me tentar acalmar, não conseguia perceber como era possível ele sentir aquele sentimento tão grandioso por mim e eu nunca ter reparado.

O João para mim era realmente um irmão e não o queria de todo perder, mas não conseguia perceber.

 A minha cabeça tava um caco, mas tinha de voltar para o jantar senão iam perceber que eu não estava bem.

Quando voltei à sala todos jantavam animadamente, o Ruben deu-me um beijo e eu sorri-lhe, no entanto ele percebeu logo que eu não tava bem.

 

R – Que aconteceu?

P – Depois falamos, quando todos forem embora.

R – Sabes que te amo muito não sabes meu amor?
P – Sei meu anjo, e eu também te amo muito.


Falamos enquanto a sua cabeça estava encostada no meu ombro, quando o Ruben levantou a cabeça olhei para o João e vi que ele estava algo incomodado.

Continuamos o jantar, e a sobremesa que foi também muito elogiada.

A noite já ia longa e como muito dos meninos tinham treino no dia seguinte assim como o Ruben foram indo embora. Claro que quando me despedi do João estávamos os dois extremamente tensos e sem saber o que fazer.

Assim que todos foram embora e que eu e o Ruben tínhamos a casa minimamente arrumada, sentamo-nos no sofá, algo que o Ruben aproveitou para me puxar para o seu colo, o que levou a uma troca muito acesa de beijos.

 

R – Então meu amor, que se passou?

P- Oh amor tive uma discussão com o João.

R-  Então amor? Queres me contar?

P – Amor eu posso te contar, não sei é se vais achar muita piada.

 

E agora como será que o Rubén vai reagir? E como ficarao as coisas com o João?


Oláá meninas, espero que tenham gostado e que deixem os vossos comentários.

Beijinhos

Patrícia 

publicado por quandomenosseespera às 22:56
Quarta-feira, 15 DE Fevereiro DE 2012

27º Capitulo

Tocaram à campainha e ambos despertamos e fomos abrir a porta. E ao espreitar o Ruben informou-me que era o Mauro e a sua companhia.

Fiquei feliz quando vi o Mauro mas assim que vi a sua companhia só me apetecia tirar-lhe aquele sorriso cínico à chapada. Olhei para o Ruben e vi que ele também estava espantado, mas ainda assim não mudei a minha posição.

 

P – Oláá Mauro.

M – Oláá cunhadinha.

R – Mano.

M – Mano, Patrícia esta é a Cristina, Cristina esta é a minha cunhada Patrícia e o meu irmão Rúben.

 

Cumprimentamo-nos todos, e a Cristina fingiu que não nos conhecia, até que o João chegou ao pé de nós.

 

JP – O que é que esta gaja está a fazer aqui?

P – João Pedro acalma-te, ela veio com o meu cunhado, e estou certa de que não vai querer armar confusão na minha casa. Estou certa Cristina?

M – Mas vocês já se conhecem?

P – Sim Mauro e se queres saber não gostamos nada uma da outra, e pço-te desculpa mas quando a Cristina entrar ali as reacções vão ser ainda piores.

 

Entramos na sala e como eu tinha previsto as reacções foram realmente piores. Ainda abri os olhos para que percebessem que não queria que tivessem aquelas reacções, tentando assim que o Mauro não se sentisse mal.

 

Clau – Desculpa miga mas eu vou embora, eu não consigo estar no mesmo espaço que esta…

Cristi – Esta quê ham?

P – Cristina eu pedi para não arranjares confusão e adverti-vos para esta eventualidade ali fora portanto peço-te que vejas como falas.

M – Eu não vou deixar que maltratem a minha namorada.

R – A tua quê? – O Rúben já se tinha apercebido de como era a Cristina mesmo sem que houvesse qualquer conversa entre nós sobre este tema.

M  - A minha namorada, já namoramos à três meses.

P – O quê?

JP – Mas ainda nem à três meses que ela nos tentou separar.  – disse o meu irmão que se encontrava aninhado nos braços da Claudia.

P – Sim realmente tens razão mano.

M – Eu não vou ficar aqui a deixar que vocês tratem mal a Cristina. Eu não esperava uma coisa destas de ti Patrícia e muito menos de ti mano.

 

Vi o Mauro virar costas deixando-me a mim e ao Ruben sem reacção.

 

P – Mas será que aquela c*bra vai estar sempre à minha volta para me atazanar o juízo.

R – Eu nem acredito que o meu irmão saiu daqui assim.

JP – Pessoal a culpa foi nossa desculpem.

R- Vocês não tem culpa nenhum, aquela gaja é que não tinha nada que se ir meter com o meu irmão. Mas vamos continuar o jantar e depois eu falo com ele.

P – Amor podes vir comigo ao quarto?

 

Vi que o Ruben estava abalado e queria falar com ele.

 

R – Claro vamos lá princesa.

 

 Ele tentava ser o mais normal possível mas eu já o conhecia muito bem e sabia que ele precisava de falar.

 

R – Que se passa amor?

P – Isso pergunto-te eu príncipe. Mas senta-te aqui à minha beira sim?

O Ruben sentou-se ao meu lado. Percebi-o tenso e resolvi começar a falar.

P – Amor fala comigo eu sei que não ficaste bem com isto do Mauro.

R – Princesa a decisão é dele, ele agora não vê mas vai ver. Mas eu tenho medo de uma coisa.

P – O quê amor?

R- Que ela ande com ele por interesse. Sabes que eu nunca escondi a minha família apesar de não a expor demasiado. E tenho medo que ela o esteja a usar para chegar até mim.

P – Desculpa amor, eu queria dizer que não, mas eu acho muito provável que seja isso que vai acontecer.

R- Mas como é que o meu irmão pode ser tão parvo?!

P – O amor cega-nos meu príncipe.

R- Vamos mudar de assunto princesa, é o melhor.

P – Sim meu amor, tens razão.

R- Gostei da tua ideia de nos trazeres aqui para o quarto, só nós os dois, sozinhos.

 

Enquanto ia falando o Ruben ia-se aproximando de mim e beijando me o pescoço, mas eu tinha de terminar com aquilo.

 

P – Sim amor é uma óptima ideia, para deixarmos o meu irmão fulo da vida lá na sala.

R- Ah é verdade, já nem me lembrava dos nossos amigos.

P – Pois isso sei eu menino Ruben.

R – Tenho tanta vontade de te ter comigo amor.

P – Temos a noite toda pela frente meu príncipe.

 

Falei bem pertinho do seu ouvido, algo que fez com que o Ruben se aproveitasse disso e me sentasse no seu colo, dando inicio a um longo e apaixonado beijo.

Recompusemo-nos e voltamos à sala, onde todos conversavam.

 

P – Epah mas será que hoje lanchou tudo tão bem que ninguém tem fome?!

 

Perguntei acompanhado com uma gargalhada enorme que foi acompanhada pelo meu amor.

 

JP – Não mana, comemos todos bem durante a tarde com medo da tua comida.

 

Gargalharam todos juntos até o Ruben o que me permitiu continuar a brincadeira.

 

P – Ah claro, João Pedro até porque tu já apanhaste várias intoxicações alimentares depois de comer algo que eu cozinhei. E tu, Ruben Filipe, podes ter a certeza que vais passar fome.

 

Falei e mordi o lábio, ele percebeu bem o que eu queria dizer com o passar fome.

 

P – Bem, apesar de estarem com tanto medo da minha comida, vou colocar os tabuleiros na mesa.

R – oh amorzinho sabes que eles estavam a brincar, mas tu também estavas, não estavas amor?

P – Não Ruben, não estava a brincar, mas já que achaste a brincadeira deles tão engraçada, pode ser que também aches a minha.

 

Pisquei o olho ao Ruben de modo a que ele percebesse que eu estava na brincadeira com ele.

 

 

E agora será que o jantar vai trminar bem, ou mais alguma coisa de mal estará para acontecer?


Oláá meninas, sei que tenho andado desaparecida, mas ando super cansada, espero que não desistam da história e que comentem porque isso dá-me muito animo :)
Beijinhos*
Patrícia 

publicado por quandomenosseespera às 23:56
Sexta-feira, 27 DE Janeiro DE 2012

Parabéns Rúben

Parabéns Rúben :)
Há vinte e sete anos atrás nasceu apenas um menino, mas durante a tua vida tornaste-te num bom homem e excelente jogador de futebol.

Espero que continues assim pelo resto dos teus muitos anos de vida, e que a tua carreira floresça ainda mais. Tenho saudades de te ver entrar em campo e encher aquelas quatro linhas com o teu jogo e a tua gaciosidade.

Muitos parabéns campeão :) 

 

 

publicado por quandomenosseespera às 16:34
Domingo, 22 DE Janeiro DE 2012

...

De: Andy Iupi :) Jantar na casa do Ruben, mas 18 diz-me que cozinhas tu xDDD E podes apontar na tua lista que eu e o Guê vamos :) Beijinhos Andreia 7 Para: Andy Confirmadíssimo amiga. Esperamos cá por vocês. Beijinhos. Tenho muitassss saudades tuas 7 Patrícia Como o Ruben não disse mais nada meti o despertador e adormeci. Quando o despertador tocou para que me levantasse e à semelhança dos outros dias não me apetecia nada sair da cama, mas como sabia que mais logo ia estar com o meu amor levantei-me logo. Quando olhei para o telemóvel tinha cinco mensagens decidi que as leria todas e só depois responderia. De: BABY LOVE <3 Desculpa meu amor, estava ao telemóvel com o Mauro nem reparei que tinhas mandado mensagem, à e convidei-o para o jantar espero que não fiques chateada. Beijos Amo-te Ruben De: Sara Oláá  o David já deve ter respondido mas conta comigo  Precisas de ajuda? Beijinhos Sara De: Princesa Oláá meu amor  Boa jantar na casa do meu cunhado. Conta connosco  Beijinhos Amo-teeeee Tânia De: Ranhosa Ai ranhosa és tu que vais fazer o jantar? Se és tenho medo, mas pronto eu faço o sacrifício e nós vamos. Beijinhos ranhosa  Nath De: BABY LOVE <3 Amor das duas uma ou ficaste chateada ou adormeceste. Mas de qualquer das maneiras, boa noite dorme bem, sonha comigo que eu de certeza que vou sonhar contigo  Beijo grande daqueles só nossos Amo-te minha razão de viver Rúben Bem, agora antes de me ir despachar tinha que responder a esta gente toda. Para: Sara Bom dia querida  O David já tinha confirmado. E não preciso de ajuda, obrigado, mas se quiserem ir mais cedo para as duas crianças brincarem estão à vontade. Beijinhos Patrícia Sabia que a Sara quando lesse a mensagem iria rir, pois só nós é que chamamos crianças ao Ruben e ao David, por ser aquilo que eles parecem quando estão juntos. Para: Princesa Ainda bem que vens meu amor  Fico feliz. Até logo Patrícia Para : Ranhosa Bom dia ranhosa, no teu prato e só no teu prato vou pôr laxante só para passares o dia de amanha todo na casa-de-banho eheheheh Até logo Patrícia Para : BABY LOVE <3 Bom dia meu amor, seu tonto é lógico que não fiquei chateada, aliás ainda bem que convidaste o Mauro, mas temos que lhe arranjar uma namorada não achas? Espero que tenhas um bom dia  Dormiste bem ? Beijos Amo-te Quando acabei de enviar as mensagens todas percebi que já estava a ficar um bocadinho atrasada e portanto resolvi levantar-me e arranjar-me. Quando acabei de tomar o pequeno-almoço o meu telemóvel começou a tocar. Ao ver que era o Ruben atendi prontamente. BABY LOVE <3 a chamar P – Bom dia meu amor R- Bom dia minha princesa P – Dormiste bem amor? R – Não P – Então porque amor? R – Porque tu não dormiste comigo. P – Tu és tão doidinho, o que vale é que eu te amo mesmo assim. R – Oh amor tenho tantas saudades tuas P – E eu tuas meu príncipe, Mas daqui a pouco tempo já estamos juntos. E por falar nisso tenho de ir trabalhar amor, estou a ficar atrasada. R – Vai lá princesa. Amo-te mais do que qualquer coisa no mundo. P – E eu a ti meu príncipe encantado. Desligamos a chamada e fui trabalhar, o que correu bem e ao fim de oito horas de trabalho sai e conduzi até casa onde o Ruben me esperava como tínhamos combinado quando ele me ligou à hora de almoço. Quando cheguei ao meu vi o carro do Ruben estacionado, apressei-me a estacionar e entrei no carro dele, sem lhe dizer nada beijei-o, um beijo carregado de amor e saudade, mas também de muito desejo. P – Oláá meu príncipe. R- Ola minha rainha. Estás boa? P – Estou muito melhor agora e tu? R – Também estou sem duvida muito melhor agora. Voltou a beijar-me, e teríamos continuado a namorar se não fosse eu ter me lembrado que ainda tinha de ir fazer compras para o jantar que iríamos dar. P – Amor. – chamei-o mas ele não me desprendia dos seus braços nem deixava que os nossos lábios descolassem. – Rú R – Sim princesa? Não sabes as saudades que eu tinha tuas. P- E eu também tinha muitas tuas, aliás ainda tenho, mas temos de ir às compras. R – Está bem, se tem mesmo de ser vamos lá. Antes de ele arrancar com o carro ainda me beijou mais vezes, sempre beijos que me levavam ao céu. Fomos até ao Pingo Doce que ficava perto da minha casa para depois irmos para a Margem Sul para casa do Ruben e quando lá chegamos tínhamos o Mauro à porta. R- Então mano tudo bem? M – Tudo e contigo? R – Também, mas não achas que vieste cedo para jantar? P – Oláá cunhado M – Olá cunhada, e não vim cedo, só te vim perguntar se posso trazer uma amiga. R – Claro que podes mano. M – Está bem então vou andado. Até logo meninos. P e R – Até logo Mauro Entramos em casa e comecei a arrumar as compras, a verdade é que já sabia muito bem onde era o sitio das coisas como se aquela fosse realmente a nossa casa. Senti o Ruben aproximar-se de mim, e começar a percorrer o meu pescoço com os seus beijos. R – Amor quanto tempo demoras a fazer o jantar? P – Amor eu vou só fazer uma lasanha, é rapidinho. Porque? R – Por isto. Agarrou em mim, e meteu-me no seu ombro, o que me permitiu dar-lhe umas valentes palmadas enquanto lhe pedia que me pusesse no chão. E só parei quando o Ruben me deitou sobre a cama dele. R – Então amor não disseste que ainda não tinhas matado as saudades todas. Acho que antes de fazer-mos o jantar temos de aniquilar as saudades. Beijou-me e eu já nem sequer lhe consegui responder mais, o Ruben colou os nossos lábios e nos momentos a seguir amamo-nos sem qualquer pressa. Sabia que o Ruben tava cansado e depois de ainda conversar-mos um pouco, depois de saciado o nosso desejo , ele acabou por adormecer. Deixei-o ficar a dormir e vesti uma t-shirt do Ruben e uns calções meus e fui fazer o jantar. Foi quando meti os tabuleiros no forno que a campainha tocou. Ao ver que era o David e a Sara abri a porta. D – Oi garota. Tudo bom? P – Tudo Davi e contigo? S- Oláá querida. D – Também, ué cáde o manz? P – Oláá Sara, e o Manz está a dormir, ele tava cansado do treino mas eu vou já acorda-lo. D- tá mi parecendo que não é só do treino não. P – Deixa de ser bobo, e vão para a sala que eu vou acordar o Ruben. S- Patrícia não queres ajuda? P - Obrigado Sara mas o jantar já está no forno. Sai da sala e fui até ao quarto, onde o Ruben continuava a dormir. Cheguei perto da cama e sem o Ruben acordar deitei-me sobre ele, comecei a dar-lhe leves beijos pelo rosto e ele despertou. Virou-se na cama o que fez com que eu ficasse por baixo. O Ruben começou a beijar-me e estava a deixar-me louca. P – Amor, o David e a Sara estão na sala. Mas nem depois de lhe ter dito isso ele parou, e eu também não tinha autocontrolo suficiente para o fazer parar. Só consegui parar quando ouvi a campainha tocar. P – Ruben Filipe vai já tomar um duche frio e despacha-te que os convidados já chegaram. – Gargalhamos os dois quando eu falei do duche frio. Mas quando eu ia atravessar a porta para ir abrir a porta o Ruben deteve-me. R – Amo-te P - E eu a ti amor. Sai do quarto para ir abrir a porta e o Ruben foi tomar banho. JP – Mana P – Maninho O João agarrou-me e apertou-me forte elevando-me no ar. Quando me pôs no chão cumprimentei a Cláudia. JP – Patrícia Alexandra acho que vou ter de me chatear com o Ruben. P – Porque amor? JP – Já viste como estás vestida. P – Olha João Pedro por vontade do Ruben eu nem sequer estava vestida neste momento. JP – Patrícia, olha que u vou lhe à cara, não quero que ele ande a fazer coisas feias contigo. P – O meu irmão’zinho eu garanto que aquilo que eu e o Ruben fazemos não é nada feio, pelo contrário é bem bonito. Mas entrem que o Davi e a Sara já estão na sala. JP – Então e o teu namorado? P – Tá a tomar um duche frio. E eu vou me arranjar também. Apesar de me estar a divertir e de saber que a CLaudia também estava divertida com a conversa que eu mantinha com o João sabia perfeitamente que o meu irmão é demasiado protector e apesar de saber que eu não sou nenhuma menina não lhe agradar saber que eu e o Ruben fazemos amor. Cheguei ao quarto e o Ruben estava a sair da casa de banho com a tocar enrolada à cintura e com o seu tronco ainda molhado. P – Amor eu juro que se não fosse o meu irmão estar na sala com vontade de te matar eu neste momento perdia-me neste quarto. R - Mas o que é que se passa com o teu irmão? P – É demasiado protector da maninha e tá com ciúmes. R- Então vai tomar banho enquanto eu me visto para ele não me lesionar no próximo jogo. Beijei-o suavemente nos lábios e entrei na casa de banho. Enquanto tomava banho ia pensando, e realmente nem eu sabia como era possível estar tão apaixonada pelo Ruben. Ele realmente neste tempo tinha se tornado na coisa que mais amava e na melhor coisa da minha vida. Acabei o meu duche e quando cheguei ao quarto para me vestir já o Ruben tinha ido para a sala, e quando lá cheguei já esta se encontrava cheia com os nossos convidados. P – Boa tarde a todos. O Ruben levantou-se e beijou-me demoradamente sem se importar com quem estava a ver. R – Estás linda meu amor. – disse-me já junto do meu ouvido, ele sabia perfeitamente que aquilo iria dar cabo do meu raciocínio facilmente. Tocaram à campainha e ambos despertamos e fomos abrir a porta. E ao espreitar o Ruben informou-me que era o Mauro e a sua companhia. Quem será a companhia do Mauro? E irá o jantar correr realmente bem? --------------------------------------------------------------------------------------------- Oláá meninas :) Deixo-vos aqui mais um capitulo mais grandinho :) Espero que gostem e que deixem os comentários :) Beijinhos* Patrícia
publicado por quandomenosseespera às 18:13
Domingo, 15 DE Janeiro DE 2012

25º Capitulo

O Rúben não disse nada, e eu também não falei mais nada virei costas e vim-me embora.

Ele alcançou-me quando já ia abrir a porta, voltou-me para ele e beijou-me.

R- Eu amo-te minha tontinha, és a mulher da minha vida.

P – Desculpa amor, eu amo-te tanto.

O Rúben voltou a beijar-me e senti as suas mãos a percorrerem o meu corpo como querendo memoriza-lo mais uma vez. Deitamo-nos na cama e a minha cabeça repousou no seu peito e os seus braços envolveram os meus ombros.

 

 

 

 

Acordei e o Ruben já não estava na cama, deixei-me ficar um pouco, estava tão bem ali, com o seu cheiro pelo quarto. Depois da discussão de ontem estava me a fazer tão bem estar naquele espaço. Estava tão perdida em pensamentos que nem dei conta do Ruben entrar no quarto.

 

R – Em que tanto pensa a minha princesa?

P – Oh amor, nem dei por entrares. Estava a pensar no quanto é bom estar aqui no teu quarto, no teu cantinho.

R- Não amor, já não é o meu cantinho. – ele sentou-se na cama e puxou-me para o seu colo – a partir de agora é também já nosso cantinho, e podes vir cá sempre que quiseres.

 

Beijámo-nos e ficaríamos a namorar não fosse o facto de eu ter que ir trabalhar.

O Ruben deixou-me em casa e seguiu para ir buscar o David. Arranjei-me e fui trabalhar. O dia no trabalho correu normalmente, mas estava com uma ideia e precisava de sair do trabalho para a por em pratica.

Quando sai, fui comer uma sopa depois de sair da loja e aproveitar para ligar ao Ruben.

 

BABY LOVE  <3 a chamar


R – Sim?

P- E que tal ires tomar banhinho? É que essa secura está um espetaculo.

R – Oláá amor, desculpa não olhei para o telemóvel. Já saíste princesa?

P – Já amor, tou a comer uma sopa para ir para casa. E tu estás em casa?

R – Estou, queres que te vá buscar?

P – Não amor, não faz sentido ainda vires passar a ponte, eu estou casa, chego a casa e adormeço.

R – Está bem amor, mas amanha sais mais cedo não sais?

P – Saio amor, alias tava a pensar fazer um jantar com os David, o meu irmão e a Andy, e alguns amigos meus.

R – Boa ideia amor. Queres que os avise?

P – Não é preciso amor, eu tenho de mandar mensagem para os meus amigos, por isso aproveito e mando para toda a gente.

R – Está bem princesa, mas olha não queres fazer cá em casa?

P – Por mim, mas porque amor?

R – Porque a casa é maior e assim tenho a desculpa perfeita para ficares cá a dormir.

P – Sabes muito Ruben Filipe, estás a ficar muito mal habituado, estás estás.

 

Soltamos ambos uma gargalhada.

 

P – Amor vou acabar de comer, já te mando mensagem está bem?

R – Está bem princesa, amo-te.

P – Também te amo meu amor.

Continuei a comer, e enquanto isso fui escrevendo a mensagem para os nossos amigos.

 

Para: DaviLuiz; Andy; Sara; Miguel; Irmão <3; Clau; Deh, Princesa, Ranhosa

Oláá pessoal, estão todos convidados para um jantar’zinho amanha na casa do Ruben, sei que é muito em cima da hora, mas já sabem como somos imprevisíveis ehehe.

Ficamos à espera que nos digam alguma coisa.

Beijinhos**
Patrícia e Ruben

 

Guardei a mensagem e antes de enviar mandei mensagem ao Ruben.

 

Para: BABY LOVE <3

Amor vou-te mandar a mensagem que vou mandar para eles, se quiseres mudar alguma coisa diz. Ah e assinei por nos dois, se não achares bem avisa.

Amo-te

Patrícia

 

Enviei a mensagem para o Ruben junta-me com a que tinha escrito para os nossos amigos. Ficando à espera de uma resposta dele. Acabei de comer e dirigia-me para o carro quando recebi mensagem do Ruben.

 

De: BABY LOVE <3

Está muito bem, e claro que podes e deves assinar pelos dois, somos um casal que vai receber os nossos amigos pelo menos é assim que vejo o jantar de amanha.

Amo-te

Ruben

 

Para: BABY LOVE <3

Sim amor, mas podias não gostar. Então vou enviar para eles,

Beijos

Amo-te

Patrícia

 

Enviei a mensagem para todos enquanto entrava no carro. Antes de sair do estacionamento vi que tinha mensagem do Ruben.

 

De: BABY LOVE <3

Está bem amor, depois diz-me as respostas.

Então já acabaste de comer a sopinha?

Beijos, amo-te

Ruben

 

Para: BABY LOVE <3

Já sim meu príncipe, já estou dentro do carro para ir para a minha casinha J

E tu que estás a fazer amor?

Beijos,

Te amo muito,

Patrícia

 

Comecei a conduzir e só parei no estacionamento da minha casa. Peguei na mala e no saco com a farda do trabalho e entrei no prédio, não sem antes ter pegado no telemóvel para ver se tinha alguma mensagem.

 

De: BABY LOVE <3

E só comeste a sopa amor? Devias ter comido mais alguma coisa.

Estou deitado no sofá a ver tv.

Beijos, amo-te

Ruben

 

De: BABY LOVE <3

Não me respondes presumo que tejas a conduzir, quando chegares a casa liga.

Beijos, amo-te muitão amor da minha vida

Ruben

 

Apressei-me a responder para que ele não ficasse preocupado.

 

Para: BABY LOVE <3

Já estou em casa meu amor, estava a conduzir por isso não te respondi. Ainda estás acordadinho princepe?

Amo-te

Patrícia

 

Entrei na minha casa e apressei-me a ir tomar banho, estava cansada e precisava mesmo de um banho para relaxar. Quando sai do banho já tinha cinco mensagens.

 

De: BABY LOVE <3

Ainda sim meu amor, sabes que sem ti aqui é mais difícil adormecer. E tu vais já para a caminha?

Amo-te

Ruben

 

Apressei-me a responder ao Ruben para que ele não entrasse em “parafuso”

 

Para: BABY LOVE <3

Não amor, estive a tomar banho e agora sim vou para a cama. Já estás deitado?

Amo-te

Patrícia

 

De: Irmão <3

Oláá sua irmã desnaturada, claro que aceito apesar de ser em casa do adversário eheheh

Tenho tantas saudades tuas.

Amo-te irmã

João Pereira

 

Para : Irmão <3

Oh sua ave rara, tu também tens sido desnaturado. Ainda bem que vais, estou loca por ter um abraçinho teu.

Tambem tenho saudades tuas parolo.

Amo-te

Patrícia

 

De: Deh

Oláá querida, infelizmente não vou poder estar mas depois combinamos qualquer coisinha sim?

Beijinhos doida

Débora

 

Para: Déh

Oláá, não faz mal e sim depois combinamos qualquer coisa.

Beijinhos,

Patrícia

 

De: DaviLuiz

Oba, jantá na casa do Manz tou dentro, mas Patrícia você cozinha neh? Por favor diz que sim, ou então eu levo pizza para a gente jantá.

Beijos,

David

 

Para: DaviLuiz

Oi David, sou eu que vou cozinhar sim, não te preocupes J
Beijinhos*

Patrícia

 

De: Clau

Oláá amiga, sim claro J
Até amanha,

Beijinhos,

Claudia

 

Para: Clau

Oláá amiga, pois eu bem me parecia que vinhas até porque o meu irmão já tinha confirmado ehehe

Beijinhos*

Patrícia

 

Quando acabei de responder a toda a gente já tinha a resposta do Ruben

 

De: BABY LOVE <3

Já amor, e tu também? Era tão bom que tivesses aqui ao pé de mim meu amor.

Beijos,

Amo-te

Ruben

 

Para: BABY LOVE <3

Eu também já estou deitada, olha amor, o meu irmão, a Clau e o Davi já disseram que iam, e a Débora disse que não podia.

Eu também queria estar ai ao pé de ti amor, mas não pode ser.

Beijos

Amo-te

 

 

 

 

Oláá meninas, fica aqui um capitulo maior :) Espero que gostem, já sabem deixem as vossas opiniões :)
E Ritinha, este é especialmente para ti meu anjo :)
Beijinhos**

Patrícia 

 

publicado por quandomenosseespera às 22:27
Quarta-feira, 04 DE Janeiro DE 2012

24º Capitulo

A minha mãe chamou-nos e descemos para jantar. O jantar correu bem, e foi já quando estávamos a tomar café que tocaram à campainha.

Assim que vi as minhas pestes a entrarem corri para apanhar o meu menino.

 

P – Didi, rafinha! – gritei super entusiasmada.

Didi e Rafa – Pima!

 

Disseram as duas pestes com um sorriso nos lábios no auge dos seus dois aninhos, os meus meninos lindos. Cumprimentei os meus primos e sentamo-nos na cozinha a conversar e aproveitei para apresentar o meu amor aos meus primos, que iam contando as aventuras dos pequeninos.

Vi o Rúben ir até à sala e ficar por lá, fiquei mais um pouco à conversa com os meus primos mas acabei por me levantar e ir ver o que se passava na sala. Quando entrei fiquei logo derretida com a imagem que vi, o pequeno Didi a dormir no colo do Rúben e o Rafinha encostado a ele a ver televisão.

 

P – Então amor?

R- Então amor, ele estava quase a dormir, todo torto, peguei nele para o ajeitar mas ele quis ficar no meu colo a dormir.

P – Uhm, assim vou ficar com ciúmes. – Disse com um sorriso matreiro quando resolvi meter-me com ele.

R- Quando chegarmos a casa dou-te o colinho todo que quiseres linda.

P- Nem penses Rúben, eu vou para casa.

R- Sim amor, para a minha. Não me vais fazer atravessar a ponte ainda hoje pois não?

P – Oh Rú, e como fazemos amanhã?

R – Eu combino com o Manz e vou busca-lo, assim não tenho de voltar sozinho.

P – Assim está bem.

 

Cheguei-me mais junto dele e beijei-o suavemente, encostei-me a ele e chamei o Rafinha para o meu colo e ficamos ali, todos juntos uns dos outros. Só quando os meus primos chegaram à sala para avisar que iam embora porque já estava tarde é que vimos as horas, já estava realmente tarde. Os meus primos foram embora e nós também depois de ter dado uma ajuda à minha mãe na cozinha.

Chegamos a casa do Rúben e ele quase automaticamente colou-se a mim.

 

P – Amor não estavas cansado?

R – Mas para estar agarradinho a ti nunca estou cansado. Mas olha amor, vamos já dormir?

P- Não Rúben, até porque quero falar contigo?

R- Comigo? Sobre o quê?

P – Sobre a nossa relação Rúben.

R – Mas o que é que se passa? E para quê tanto secretismo?

P – Amor só quero falar sobre uma coisa que tenho andado a pensar.

R- Patrícia estás me a assustar.

P – Amor tal como aconteceu hoje que eu fiquei cá a dormir, muitas vezes és tu que dormes na minha casa portanto eu fiz isto – levantei-me e fui até à minha mala enquanto o Rúben acompanhava os meus movimentos através do seu olhar – amor eu fiz uma cópia das minhas chaves de casa e quero que fiques com elas.

 

O Rúben não me respondeu e levantou-se logo da cama, algo que me deixou extremamente revoltada e irritada. Levantei-me e comecei-me a vestir.

 

R- Vais onde?

P – Vou embora! Um simples não quero as tuas chaves de casa chegava, não precisavas de te levantar da cama assim sem me dizer uma única palavra. Estava apenas a ter um gesto para contigo que nunca tive com outro namorado meu porque confio em ti e porque te quero ter junto de mim o máximo tempo possível mas parece que não percebeste isso portanto é melhor ir.

 

Enquanto ia falando tudo o que sentia o Rúben mantinha-se de pé, à entrada do quarto sem dizer uma única palavra, o que me enervou ainda mais. Acabei de me vestir e dirigi-me à porta onde ele se encontrava encostado.

 

P – Se calhar é melhor ficarmos por aqui, pelos vistos deves ter passado a gostar mais das relações sem conversas e eu só quero o teu bem. Tchau Rúben.

 

Já tinha virado as costas quando senti a sua mão no meu braço a impedir-me de continuar a andar.

 

R- Onde é que pensas que vais? Dizes tudo e nem sequer esperas para ouvir o que tenho para dizer?

P – Ouvir o que tens para dizer, já te dei mais do que tempo para falares enquanto me acabava de vestir e tu nem uma mera palavra foste capaz de dizer Rúben.

R – Estava a tentar perceber se ias parar para me ouvir mas pelos vistos não. Mas agora importas-te, por favor de parar sossegada um pedaço e ouvir o que tenho para dizer?

P – Se tu fores capaz de me largar o braço eu oiço-te.

 

Ele largou-me o braço e seguiu em direcção à cama onde se sentou, sei que ele estava à espera que lhe seguisse os passos mas achei que não o deveria fazer.

 

R – Bem tal como tu disseste, realmente é mais fácil eu ter uma chave de tua casa, e eu levantei-me porque quando dormiste cá a última vez eu fiquei a pensar em fazer uma cópia da chave da minha casa para te dar, que já fiz e levantei-me para a ir buscar – levantou a sua mão e abriu-a deixando me ver um molho de chaves – se me levantei sem dizer nada foi porque queria falar tudo quando tivesse em frente à mulher que amo com as chaves da minha casa na mão para lhe entregar como mais uma prova de amor e mostrando-lhe que subimos mais um degrau no nosso amor. Mas tu, preferiste tomar conclusões precipitadas e explodir logo. Quanto a eu ter passado a gostar mais das relações com menos conversas, nem por isso, gosto da nossa relação exactamente como está. E agora, está aqui a chave da minha casa, para ti, para entrares quando quiseres sem qualquer restrição, e para saíres se for isso que quiseres.

Não disse nada, ele tinha metido as chaves na minha mão, explodi sem razão e isso estava a custar-me admitir por ser demasiado orgulhosa.

 

Sai do quarto e fui até à sala em silêncio depois de passar pela porta de entrada e abri-la, ponderei se havia de sair ou ficar, voltei a fecha-la, passando para a sala.

 

Sentei-me no chão, a olhar para uma moldura que estava na estante, uma moldura que tinha a nossa primeira foto, aquela que tiramos na praia.

Não ouvi qualquer barulho vindo do quarto durante uns segundos, até que ouvi algo que me cortou o coração.

Ouvi o choro ténue do Homem da minha vida sabendo que eu o tinha magoado deixou-me de rastos e rapidamente desatei num pranto. Não podia suportar tê-lo magoado, e por uma vez na minha vida tinha de combater o orgulho que tinha.

Levantei-me a muito custo e fui até ao quarto, o Rúben estava sentado no mesmo sitio mas agora com as mãos a cobrir o seu rosto.

 

R – Pensava que te tinhas ido embora.

P – Desculpa amor, fui uma parva, magoei-te por ter explodido.

 

As lágrimas que corriam pelo meu rosto e os soluços do meu choro mal permitiam ao Rúben perceber o que dizia.

 

P – Eu sei que não mereço mas no entanto peço-te na mesma, perdão meu amor.

 

O Rúben não disse nada, e eu também não falei mais nada virei costas e vim-me embora.

 

 

E agora, será que o Rúben vai desculpar a Patrícia?

 

 

Oláá meninas, bem deixo-vos aqui mais um capitulo, fico à espera do vosso feedback :)
Chana Silva, tentei ver o teu blog mas não consegui :x tenta deixar o link novamente, fiquei curisosa :)
Beijinhos a todas e espero que gostem :) 

Patrícia :)

publicado por quandomenosseespera às 01:32
Sábado, 24 DE Dezembro DE 2011

Feliz Natal :)

Feliz Natal minhas queridas, que o Pai Natal vos traga tudo o que desejam e mais ainda, que traga tambem, saude, amor, amizade, felicidade, resumindo tudo de bom :)
Beijnho**

 

 

publicado por quandomenosseespera às 15:51
Quinta-feira, 22 DE Dezembro DE 2011

23º Capitulo

MEninas aqui está o prometido capitulo, desculpem ser pequnino mas nao tive tempo para escrever mais.

Prometo publicar brevemnte.

Beijinhos**

 

Depois de desligar o telemóvel eu e o Ruben ficamos mais um pouco a namorar, ate que resolvemos entrar em casa.

 

P- Mãe, pai, cheguei.

 

Vi a minha mãe dirigir-se a nós e a abraçar-me, olhou-me de alto a baixo e disse:


M – Ai filha, estás tão magrinha.

 

Sorri, troquei um sorriso cúmplice com o Rúben, pois já o tinha advertido para esta situação. O meu pai chegou ao pé de nós e abraçou-me, deixamos cair uma lágrima de saudade.

 

P – Mãe, pai, é o Rúben, o meu namorado.

R – Muito prazer, Rúben Amorim.

 

Cumprimentaram-se, sempre sob o meu olhar atento. Dei a mão ao Rúben e fomos até à cozinha espreitar o que ia ser o jantar.

 

P – Papá, a menina?

Pai – Está lá em cima, a estudar.

P – Ah então vou vê-la e mostrar a casa ao Rú.

 

Subi as escadas sem fazer barulho e vi a minha menina a estudar, sentada em frente á sua secretária. Voltei a encostar a porta, e puxei o Rúben até à casa de banho que se encontrava logo ao lado. Abracei-me a ele e chorei. Sempre fui muito agarrada à minha família e ver a minha menina a estudar, ver como ela tinha mudado e se tinha tornado numa menina tão aplicada emocionou-me. Resolvi limpar as lágrimas e brincar um bocadinho com o Rúben. Beijei-o e intensifiquei o beijo o mais que pude.

 

P – Amor, aqui é a casa de banho.

 

Ele sorriu e beijou-me mais uma vez. Saímos da casa de banho entrelaçados. Mostrei-lhe o quarto dos meus pais e voltamos a sair para o corredor, bati á porta do quarto da minha irmã.

 

P – Olá princesa, posso? – disse ao espreitar.

C – Mana, claro que podes.

 

Abracei a minha menina, já tinha tantas saudades dela e de a ter perto de mim. Apresentei a minha irmã ao Rúben. Deixamo-la envolvida nos seus livros e fui apresentar o meu quarto ao Rúben, mas ao passar pelo corredor gritei à minha mãe.

 

P – Mãe, o jantar ainda demora muito?

M – Falta mais ou menos uma hora filha, o teu pai atrasou-nos. Mas estão com fome?

P – Não, olha, eu e o Rú estamos cá em cima.

 

A minha mãe disse que não havia problema. Subi as escadas com a minha mão direita entrelaçada na do Rúben que seguia logo atrás de mim. Entrei no meu quarto junto a ele, e percebi que o seu olhar atento focava cada pormenor do meu quarto de menina. Quando alcançou a camisola do Benfica toda autografada sorriu.

 

P – Que foi amor?

R – Aquela blusa! Lembro-me tão bem.

P – Foi a primeira vez que nos vimos e ninguém diria que íamos acabar por ficar juntos.

 

Elevei um pouco o meu corpo e colei os nossos lábios, as nossas mãos começaram a ganhar vida. Lentamente fomos caminhando para cima da minha cama, onde permanecia a minha colcha lilás e o meu pequeno peluche “Clhoé” como eu lhe tinha apelidado. Com todo o cuidado o Rúben posou as minhas costas sobre a cama, as suas mãos vagueavam por todo o meu corpo, e já não precisavam de pedir licença. Tinha consciência que o Rúben não ia avançar mais, mas agora que tinha começado eu própria não iria permitir que ficasse por ali.

 

R- Amor é melhor pararmos.

P – Porque meu lindo?

R- Porque estamos em casa dos teus pais.

P – E então? Que mal é que tem?

R – Oh amor eles podem entrar a qualquer momento, e podemos fazer barulho e eles perceberem o que estamos a fazer.

P- Fazes me um favor bebé?

R – Todos, mas acho que vai sobrar para mim.

P – Primeiro não me mexas nem um milímetro. – avancei para a porta e de olhos posto no Ruben tranquei-a, voltei para junto dele, deitei-me sobre ele, nunca deixando de o olhar intensamente. – segundo vais ter que acabar o que começaste.

 

Ele beijou-me e fez com que ficasse por cima de mim, as nossas peças de roupa depressa voaram para o chão, ama-mos mais uma vez, mas agora naquele que era o meu cantinho no mundo.

A minha mãe chamou-nos e descemos para jantar. O jantar correu bem, e foi já quando estávamos a tomar café que tocaram à campainha.

publicado por quandomenosseespera às 23:37
Quinta-feira, 22 DE Dezembro DE 2011

Novo Capitulo

Oláá meninas :)
Sei que tenho andado desaparecida, mas tem sido impossivel, com a univrsidade, tem sido extremamente dificil, e depois tive outro problema que foi a falta de inspiração.

MAS, estou a escrever um novo capitulo e ainda devo postar hoje.

Espero que não tenham desistido :)
Beijinhos* 

publicado por quandomenosseespera às 12:15
Sábado, 19 DE Novembro DE 2011

AJUDEM O GUSTAVO

Oláá meninas sei qu prometi um capitulo mas tem me sindo impossivel por causa dos trabalhos para a univrsidade e das frequencias.

Mas hoje venho aqui fazer-vos um apelo. AJUDEM O GUSTAVO!
É apenas um menino de três anos que precisa da nossa ajuda. Eu vou tentar ajudar já sta terça-feira, tentem tambem. 
Não é apenas por ser filho de um grande jogador de futebol é sobretudo por ser apenas um menino, uma criança qu só quer ser como as outras e brincar.

 Deixo-vos aqui o facebook que a familia criou para apoiar o pequenito:

https://www.facebook.com/vamosajudarogustavo
Através do facebook consguem aceder a todas actualizaçoes e informaçoes sobre o pequeno Gustavo.

 

Beijinhos*

publicado por quandomenosseespera às 10:57

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