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Terça-feira, 20 DE Setembro DE 2011

22 º Capitulo

R- Também eu, amor posso te perguntar uma coisa?

P – Pergunta meu amor, que se passa?

R- Tu queres ser mãe?

P – Claro que sim, mas porque essa pergunta agora?

R- Porque foi tão lindo ver-te com o pequeno que fiquei a pensar nisso.

P- Sempre foi um dos meus sonhos.

R – E importavas-te muito se eu quisesse ser o pai dos teus filhos?


Abraçei-o fortemente com tal pergunta, e com o brilho que o Ruben tinha nos olhos deixou-me emocionada.

 

P – Meu amor, é claro que quero que sejas o pai dos meus filhos, és o homem que mais me fez feliz, amo-te como nunca amei outro homem, estou feliz contigo. E tenho a certeza que darás um excelente pai. Mas…

R- Bolas porque é que tem que haver sempre um mas?!

P- Como eu ia dizer, mas acho que ainda é cedo, ainda sou nova, e a nossa relação ainda está a crescer amor.

R – Eu sei amor, eu compreendo. Bem mas vamos ficar pelas bancadas ou vamos para casa dos teus pais?

P – Vamos lá então.


Levantei-me e dei dois passos e vi que o Ruben não se tinha mexido.

 

P – Que se passa amor?

R- Passa-se que antes de irmos quero um beijo.


Dei-lhe um beijo apaixonado e fomos para o carro. Ele conduziu sobre as minhas indicações e sempre com a sua mão no meu joelho. Era um gesto que me descansava muito, e que me enchia o coração. Quando chegamos o Ruben e eu tiramos o cinto, antes de ele abrir a porta, fiz com que ele parasse os seus movimentos, e com muito cuidado sentei-me ao seu colo. Beijei os seus lábios maravilhosos que me levavam ás nuvens cada vez que tocavam os meus. Estava-mos muito bem a namorar quando o meu telemóvel tocou.

 

 Minha Ranhosa a chamar:

 

Atendi de imediato, tinha tantas saudades da minha menina que me apertavam o peito.

 

P- Oláá minha Nath.

N- Olaa ranhosa.

P – Tás boa meu amor?

N- Sim, e tu?

P- Eu também, estou aqui com o mais que tudo, e como sempre a menina veio incomodar. – gargalhei

N- Ah amor desculpa

P – Não faz mal princesa, estava-mos só a relembrar os lábios um do outro. – olhei para o Ruben e ele sorria também.

N- Então é assim, tenho uma proposta para te fazer.

P – Ui propostas indecentes com o meu namorado a ouvir é que não.

N- Não sejas tonta, e ouve. E que tal irmos jantar todos no domingo.

P – Espera um pedacinho.

 

Olhei para o Ruben e perguntei-lhe

 

P – Amor jogas quando?

R- Sábado.

P- Então domingos estás livre?

R – Sim amor.


P- Ranhosa?

N- Sim.

P- Tá combinadissimo. Depois combinamos os detalhes sim?

N – Claro vai lá namorar. Um beijo, adoro-te.

P – Eu também.


Depois de desligar o telemóvel eu e o Ruben ficamos mais um pouco a namorar, ate que resolvemos entrar em casa.

 

E agora como será que vai correr o jantar?

 

 

 

Bem meninas, o capitulo é pequenino mas a minha Ritinha tava me a pedir muito muito :D Beijinhos* e já sabem deixem as vossas opinioes :)

publicado por quandomenosseespera às 23:43
Feel like: MUITOOO FELIZZZ
Sábado, 17 DE Setembro DE 2011

21º Capitulo

Já estava na hora de sair do trabalho e tinha combinado almoçar com a Andy, olhei para o telemóvel e vi que tinha uma mensagem apesar de não ter o número gravado sabia perfeitamente a quem pertencia.

 

DE : +35191*******

Oláá Patrícia, parabéns hoje fazemos 2 anos de namoro :D Prometo te que a tua prenda vai chegar até ti. Um beijo enorme meu amor. Amo-te. André

 

Quando acabei de ler nem queria acreditar, nem sequer me tinha lembrado que data era. Fiquei assustada com a mensagem mas resolvi nem ligar. Fui ter com a Andy á parte da restauração do Colombo, onde eu trabalhava.

 

A-     Oláá miúda 18.

P- Miúda 7.

A-     Ai essa voz, que aconteceu?

P – Vamos para a fila e eu já te conto.


Fomos para a fila do McDonalds, e ela pediu para eu falar, pude perceber pelo seu rosto que estava muito preocupada comigo, mas não pude falar porque apareceram entretanto o Rúben e o Miguel.

 

A – Eu não me vou esquecer Patrícia.


Disse-me entre dentes e eu apenas lhe acenei afirmativamente.

 

- Olá meninas – disseram os dois ao mesmo tempo o que nos levou a rir

- Olá meninos – falamos as duas ao mesmo tempo também.

R – Oláá princesa do meu coração. – O Rúben rodeou a minha cintura com os seus braços e deu-me um leve beijo nos lábios.

M – Então e á lugar para mais dois?

A – Claro que há meninos.


Fizemos os nossos pedidos e fomos para uma mesa, como sempre apareceram fãs do Miguel e do Rúben a pedirem autógrafos, o almoço foi animado e eu notei uns olhares muito cúmplices entre o Miguel e a Andreia. O almoço surtiu efeito pois fez-me esquecer o André.

Depois de almoçar eu e o Rúben fomos a minha casa para eu mudar de roupa, quando cheguei tinha um ramo de flores á porta, e uma pequena caixa de veludo. Achei estranho e não percebi, mas quando li o pequeno cartão que vinha no ramo de rosas vermelhas.

 

“Tal como prometido meu amor, aqui está a tua prenda, quando abrires a caixinha quero que te saibas que queria estar ai a perguntar-te QUERES CASAR COMIGO?”

 

O Rúben que acompanhava a minha leitura não disse uma única palavra, entramos em casa.

 

P – Antes de dizeres o que quer que seja deixa-me explicar.

R- Estou á espera.

P – Isto é do André o meu ex. Nós acabamos mas ele nunca se conformou, ele foi-se embora, mas continuou a ligar mas eu nunca atendi, continuou a mandar mensagens mas nunca lhe respondi. Hoje nós fazemos 2 anos mas eu nem sequer me lembrava, só quando ele me mandou esta mensagem é que me apercebi – peguei no telemóvel e mostrei-lhe a mensagem – eu nem sequer me dei ao trabalho de lhe responder.

R – Mas ele pediu-te em casamento. O que é que vais fazer?

P – Vou ignorar, queres saber porque?

R – Se não te importares de me dizer.

P – Porque o homem que eu amo está aqui à minha frente, porque é ele que me faz sentir viva e feliz, e é ele o dono do meu coração.


A cara do Ruben continuava séria, e ele dirigiu-se à janela e manteve-se em silêncio. Eu ia virar costas quando ele falou.

 

R – Onde vais?

P – Sair daqui, este silêncio e o facto de não acreditares em mim está me a matar. Esperava um bocadinho mais de consideração da tua parte. F**a-se Ruben eu não quero aquele gajo na minha vida, ele fez-me sofrer muito, coisas que eu ainda nem sequer consigo contar e tu duvidas de mim.

R- Espera não vás e ouve-me.

P – Fala então.

R- Tens de compreender que para mim foi lixado ver e saber isto tudo. Mas não duvides de mim. Eu compreendo-te. Desculpa o meu silêncio mas precisava de um instante para assimilar tudo. Eu amo-te. – aproximou-se de mim para me beijar, beijo esse a que eu acedi, quando quebramos o beijo deixamos que as nossas testas ficassem encostadas uma a outra e ficamos de olhar fixo um no outro. – Mas uma coisa eu te garanto, se esse gajo se aproxima de ti outra vez eu rebento-lhe a cara.


Sorri e dei-lhe um leve beijo nos lábios, fui mudar de roupa enquanto o Ruben ficou na sala a ver televisão, ao qual me juntei depois de estar pronta.

Deixamo-nos ficar a ver televisão e a namorar até que chegou a hora do treino e nos dirigi-mos para o Caixa.

 

R- Amor queres que te vá levar às bancadas?

P – Não, eu vou sozinha.

R – Então até já. Amo-te

P – Também te amo meu amor.


Dei-lhe um beijo e dirigi-me às bancadas. Sentei-me um bocado afastada dos outros fãs que ali se encontravam. Naquele recinto havia uma grande diversidade, desde bebés de colo, crianças entre os 2 e 3 anos super empolgadas por ver o treino do seu clube, fãs que passavam por treinadores de bancada, e as habituais fãs que vão para ver o seu ídolo. Olhei em volta e vi um cartaz que não me deixou contente “RUBEN AMORIM EU AMO-TE LARGA TUDO E CASA COMIGO.” Decidi não ligar, não tinha motivos para que aquele cartaz me afecta-se, amo o Ruben e sei que ele também me ama.

Estava muito quietinha á espera que os jogadores, e o meu menino entrassem em campo, quando chega perto de mim uns 10 miúdos e 2 educadores, percebi que eram de um ATL, e sorri ao ver a felicidade na cara deles. Havia dois bebés, e um deles estava a sorrir para mim, resolvi meter me com ele.

 

- Quer pegar?

P – Não há problema?

- Não, eu sou a Ana, e este pequenino é o Joel, o meu filho.

P – Eu adoro crianças, e bebés então.

A – Pegue-lhe, não há problema algum.

 

Resolvi pegar no Joel e quando senti aquele pequenino do meu colo só me deu vontade de o apertar com força contra o meu peito. Os jogadores entraram no relvado e todos os adeptos se levantaram, eu não fui excepção e levantei-me também com o Joel ao colo. Vi o Ruben olhar em minha procura e quando me encontrou reparei na sua cara de surpreendido, mas o seu sorriso foi de ternura. Voltei a sentar-me e os jogadores começaram as habituais corridas em volta do campo.

O treino decorreu normalmente e eu fiquei sempre com o Joel no meu colo, era adorável. Mas no fim despedi-me das crianças maravilhosas e das educadoras fantásticas com a promessa de fazer uma visita ao infantário.

Fiquei á espera do Ruben na bancada, até que ouvi o telemóvel tocar.

 

- Olá amor.

P- André o que é que queres?

A – Saber a resposta á tua pergunta.

P – Não quero ter mais nada a ver contigo e se não te importas deixa-me em paz.

A – Temo que isso não seja possível. E pensa bem na tua resposta porque se não ficares comigo não ficas com mais ninguém.

 

Desligou o telemóvel e eu comecei a chorar, tinha medo dele, do que ele podia vir a fazer. O Ruben abeirou-se de mim e ladeou-me com os seus braços.

 

P – Que se passa amor?

R- Ruben ele ligou.

P- O que é que ele disse?

P- Que se eu não for dele não sou de mais ninguém.

R- Filho da …

 

Eu rompi em lágrimas, tava apavorada.

 

R- Tem calma não vai acontecer nada eu não vou deixar amor, prometo.


Os seus lábios doces tocaram os meus, o que me acalmou.

 

R- Agora diz me quem era o bebé que estava ao teu colo.

P- Era um menino que vinha com o infantário, o Joel, é tão lindo amor, tão fofinho. Eu amo bebés.

R- Também eu, amor posso te perguntar uma coisa?

 

 

Ui, que será que o Ruben vai perguntar? Será que o André vai fazer alguma coisa?

 

 

MEninas já sabem comentem que eu adoro saber as vossas opiniões :DD

Beijinhos*

Obrigado pelo apoio Ritinha GMDT

publicado por quandomenosseespera às 13:46
Terça-feira, 13 DE Setembro DE 2011

20º Capitulo

A – Miguel o que é que estamos aqui a fazer explicas-me?

M – Tenho uma coisa para te dizer.

A – Então vá diz-me.

M – Calma, vamos até ali á beira-mar.

A – Epah chato, tá bem.


Dirigimo-nos até beira-mar, e o Miguel continuava sem dizer o que queria, mas que raio, será que ele está a gozar comigo?!

 

A – Miguel


Ele não me deixou continuar a falar, e começou ele a falar.

 

M- Andreia, desde que te vi que não consigo deixar de pensar em ti. Só te peço uma coisa, dá-me uma oportunidade, uma verdadeira oportunidade de te mostrar que o meu coração bate por ti, e quando estou assim perto de ti como agora o meu coração dispara tanto que até parece que o vai saltar do peito, quando estou ao pé de ti, só tenho vontade de te agarrar, de te beijar. Por favor, dá-me uma oportunidade, é só o que te peço.


Enquanto ia falando, ia se aproximando cada vez mais e mais. Aquela proximidade estaca a dar cabo do meu auto-controlo. Precisava de lhe responder, mas nem conseguia raciocinar. Vi-o chegar-se mais a mim, e os seus lábios quase a tocarem os meus, e ao fim de alguns segundos que me pareceram uma eternidade, ele tomou os meus lábios, e beijou-me, um beijo calmo, apaixonado. Quando o beijo terminou, as nossas testas continuaram encostadas até que ele falou.

 

M – Andreia diz-me alguma coisa, por favor.

A – Eu pensava que o beijo te tinha elucidado, mas se não eu digo-te, eu vou-te dar uma oportunidade mas se tu me magoares eu juro-te que te arrependes Miguel.


Ele voltou-me a beijar vezes sem conta, até que caímos os dois na areia e começamos a rir desalmadamente, mas deixamo-nos ficar ali na areia a namorar.

 

A – Miguel, mas eu tenho uma coisa para te pedir.

M – Tudo o que tu quiseres minha princesa.

A – Por enquanto não quero que ninguém saiba, nem mesmo os nossos amigos.

M – Mas que ninguém saiba, eu percebo mas os nossos amigos?

A – Apenas por enquanto, é só o que te peço, eu já não posso lutar contra aquilo que sinto por ti, mas preciso de resguardar este sentimento por enquanto, mais ninguém precisa de saber, só nós. Por favor.

M – Está bem, amor se assim queres, assim será.


Continuamos na praia, entre beijos e conversas sobre as nossas vidas, no fundo ficamos ali para nos conhecermos melhor.

 

Visão da Patrícia

 

Ficamos no café a conversar até que o Ruben de lembrou que podíamos dar uma volta em vez de estarmos ali á espera, eu concordei e pedi que ele me dissesse onde íamos, mas ele não me disse, fingi estar amuada.

 

R – Princesa, não amues vá lá.

P – Tu não me dizes onde vamos.

R- Já vês amor, é rapidinho.

P – Pronto tá bem leva lá a banana.

R – Amo-te.


Olhei para ele e sorri, sabia tão bem ouvi-lo dizer que me amava. Ele continuou a conduzir até que percebi onde me queria levar. Ao Estádio da Luz.

 

P – Rú o que é que estamos aqui a fazer?

R – Resolvi trazer-te aqui.

P – Então mas porque? Tem uma razão não?

R – Óh amor não tem uma razão especial, simplesmente quis te trazer ao sitio com que sempre sonhei.

P – Está bem meu menino, obrigado é um sonho estar aqui, ainda para mais contigo.


Ele beijou-me e deixamo-nos ficar ali, bem no centro do relvado. Fechei os olhos e ouvi mentalmente todo o ruído que aquele estádio acarretava. Os aficionados a gritar, os cânticos, os fãs a gritarem pelos jogadores, os gritos de “GOLO”. Aquele estádio era mágico, assim como o meu amor pelo Rúben.

 

Já passaram dois meses desde que eu e o Rúben começamos a namorar, e o nosso amor estava mais sólido do que nunca. Felizmente ainda não fomos descoberto pela imprensa, mas não demoraria muito a que descobrissem apesar de nós sermos extremamente cuidadosos. Resolvi falar com o Rúben sobre isso, e decidimos que o melhor seria que os nossos pais soubessem primeiro.

Combinei com os meus pais ir lá jantar amanha, porque o Rú tinha treino a tarde e eu ia ver o treino e seguia-mos dali. Nestes dois meses consegui arranjar trabalho numa loja de roupa, e amanha tinha a tarde livre.

Fui dormir, já estava tarde. Quando ia meter o despertador no telemóvel vi que tinha uma chamada não atendia do Ruben e decidi ligar-lhe.

 

Baby love <3 a chamar:

 

R- Sim?

P – Éh vê lá se o entusiasmo agora mata.

R – Desculpa princesa não vi que era tu.

P – Está bem. Ligaste-me querias alguma coisa?

R – Sim.

P – Então o que era?

R- Controla lá o teu mau humor se faz favor.

P – Sim Ruben.

R- Queria ouvir a voz da minha namorada antes de dormir.

P – Tás romântico hoje.

R- Sabes como sou amor. Tenho saudades tuas, do teu corpo, dos teus beijos.

P – Eh exagerado tivemos juntos  á dois dias.

R- Por isso mesmo amor, já tenho saudades tuas.

P – Eu também tenho saudades tuas amor.

R- Já estás deitada?

P – Já amor.

R- E tas deitada como?

P – Amor o normal, não sejas tarado.

R – Sabes o que é que eu tenho na minha mão?

P- Amor ainda não tenho o dom de adivinhar.

R- Então eu digo-te, a chave da tua casa.

P- Amor o que é que tas a fazer com a chave da minha casa na mão?

Quando acabei de falar ouvi uma chave a entrar na ranhura da minha porta. Levantei-me e corri até á porta.

 

P – AMORRR

R – Oláá princesa.


Beijou-me intensamente e encostou-me á parede, a minha camisa de dormir depressa foi parar ao chão.

 

R- Sabes amor, eu gosto quando estás de pijama, ficas sexy. Mas sabes como é que eu gosto mais?


O meu auto-controlo estava totalmente perdido e apenas consegui acenar que não sabia.

 

R- Quando te dispo e o teu corpo fica livre só para mim, para eu te poder fazer isto – Beijou-me o pescoço – e isto – a sua boca desceu até ao meu seio deixando um rasto de saliva, e quando chegou ao meu seio beijou-o e sugou-o como nunca antes tinha feito – e amo quando ficas assim – os seus lábios voltaram aos meus mas a sua mão entrou por dentro das minhas cuequinhas, a mão do Ruben começou-me a estimular e a deixar-me louca, eu já não conseguia conter os gemidos e começavam a sair sempre mais altos.

 

P – Pára Rúben, por favor. EU não vou aguentar.


Ele abrandou os seus movimentos e começou a encaminhar-nos para a cama. Virei-nos e fiz com que ele ficasse por baixo.

 

P – Sabes meu amor, agora é a minha vez.


Beijei-o intensamente , despi-lhe os boxers, e pode ver que já estava erecto, comecei a acaricia-lo e assim que sentiu o meu toque começou a gemer, cada movimento fazia com que ele gemesse mais e mais. Percebi que ele estava quase a atingir o orgasmo, o que me fez parar e beija-lo para a seguir permitir que ele entrasse em mim, inicialmente com movimentos calmos, mas que eu por estar por cima fui intensificando.

Quando acabamos de fazer amor deitei a minha cabeça no seu peito e depois de lhe dar as boas noites adormeci.

Acordei com o despertador, o Rúben ainda dormia, e por isso decidi deixar-lhe um bilhete.

 

“Bom dia meu menino, estavas a dormir tão bem que não te consegui acordar, mas quando o fizeres liga-me por favor. Amei a surpresa de ontem, mas sobretudo amei ter feito amor contigo. Amo-te cada vez mais. Beijos daqueles que nos deixam nas nuvens. Patrícia”

 

Sai de casa directa para a loja, a manha ia começar, mas antes recebi a chamada do Rúben.

 

BABY LOVE <3 a chamar

P – Oláá meu amor.

R – Oláá minha princesa.

P – Dormiste bem?

R – Mais que bem, e tu?

P – Lindamente.

R- Amor, amei a noite de ontem, cada vez que fazemos amor é mais especial. – a sua voz molengou, o que me fez perder momentaneamente a noção de tudo.

P – Ruben Filipe vai já tomar um banho gelado.

R- É melhor amor, porque não te tenho aqui ao pé de mim para me levares ao céu novamente.

P – Amor tenho de trabalhar.

R- Vai lá amor. Amo-te imenso.

P – Eu também amor. Até logo.


Desligamos o telemóvel, e eu voltei ao trabalho.

Já estava na hora de sair do trabalho e tinha combinado almoçar com a Andy, olhei para o telemóvel e vi que tinha uma mensagem apesar de não ter o número gravado sabia perfeitamente a quem pertencia.

 

De quem será o número e o que dirá a mensagem? COmo será que estão os outros casais? Como será a apresentação formal dos pais?

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Oláá meninas deixo aqui mais um capitulo, agora já sabem comentem, sabem que me deixam com mais vontade de escrever se o fizerem, e adoro sempre saber as vossas opiniões.

Beijinhos*

Ah e este capitulo é dedicado á minha Ritinha por toda a paciência em que ela tem em aturar-me. Beijinhos meu bem*

publicado por quandomenosseespera às 23:03
Feel like: Bébé
Quarta-feira, 07 DE Setembro DE 2011

19º Capitulo

Quando chegamos, sai do carro dirigi-me a porta e toquei a campainha. A mãe da pessoa que procurava deu-me licença para entrar assim como ao Ruben. Perguntei por ela e disse me que a encontraria no quarto. Subi as poucas escadas juntamente com o Ruben, e ao chegar ao destino bati a porta.

 

- Entre – ela respondeu-me do outro lado do quarto.

 

Ao entrar vi o estado lastimável em que se encontrava, os seus olhos castanhos encontravam-se agora orlados a vermelho e pareciam duas bolas de ping pong.

 

P – Oh minha pequenina.


Ela ao ouvir-me desfez-se em lágrimas, o Ruben pernameceu atrás da porta depois de esta ser fechada.

 

C – Como é que ele foi capaz Patrícia?! Como eu amo tanto, ele não faz ideia.

P – Tem calma meu amor, eu já falei com ela, e vim agora de falar com a Cristina, e meu amor, eu tenho a certeza que o meu irmão está a falar a verdade, sabes tão bem quanto eu que ele te ama, e que lutou contra tudo para ficar contigo. Não achas que devias dar-lhe um pouquinho mais de credibilidade. Ele ficou em minha casa e se queres saber o estado dele é igual ou pior que o teu.

C – Mas ela tava na cama dele, ele tava em tronco nu, ela tava nua Patrícia, eu sei o que vi.

P – Eu sei que tu sabes, e sabes ainda melhor que eu que o João dorme em boxers, e sabes bem que ela tinha as chaves dele, ela pode perfeitamente ter feito uma cópia. Porque é que não falas com ele e tentas esclarecer melhor este assunto.

C – Ele tá em tua casa?

P – Está sim, vens comigo e falas lá com ele, até é melhor, é um sitio neutro e qualquer coisa eu estou ali.

C – Está bem. Então vá arranja-te que nós esperamos por ti no carro. Ah e já agora este o Ruben, o meu namorado, amor esta é a Cláudia a namorada do meu irmão João e minha grande amiga.


Eles cumprimentaram-se e eu e o Rú fomos para o carro depois de nos despedirmos da mãe da Cláudia.

 

R- Amor, achas que eles se vão reconciliar?

P- Não sei Ruben, só eles é que vão conseguir responder a isso. Mas eles amam-se e um amor assim não se esquece nunca.


A Cláudia apareceu e voltamos para minha casa, ao entrar em casa apercebi-me que a Andy e o Miguel estavam a tentar acalmar o João.

 

J- Mana ainda bem que voltaste estava super preocupado contigo. Clau, precisamos de falar por favor.

C – É por isso mesmo que estou aqui João, para falar contigo.

P – Meninos, vamos deixa-los a sós. João Clau nós estamos no café lá em baixo. Até já.


Não dei tempo a Cláudia de dizer nada e desci as escadas em direcção ao café, acompanhada pela a Andreia, o Miguel e o Ruben.

 

M – Patrícia não te importas que eu e a Andreia não fiquemos aqui?

A – Ai é? E vamos onde que eu ainda nem sei.

M- É uma surpresa que eu te quero fazer, e acho que estes dois também querem namorar portanto não vamos ficar a fazer de vela.

P- Claro que não me importo vão lá.


Visão da Cláudia

 

Eu devia ter adivinhado que a Patrícia ia fazer aquilo, mas eu sabia o porque e sabia que precisava mesmo de estar sozinha com o João.

 

J – Cláudia, eu não fiz nada, ela é que se deitou na minha cama.

C – João eu senti-me tão mal quando te vi ali com ela, eu pensei logo se eu não chegava para ti. Mas depois eu percebi, ela sempre quis tudo o que eu tinha, e de certa forma aquilo que tu disseste faz sentido.

J- Então acreditas em mim?

C – Acredito meu amor, desculpa não ter ido falar contigo mais cedo, mas também só depois de eu ter falado com a Patrícia é que tudo fez sentido na minha cabeça.


Vi-o avançar lentamente para mim, e com os seus olhos sempre fixos nos meus. Quando já estava mesmo á minha frente fico apenas ali em pé, perto onde podia mesmo sentir a sua respiração. Olhava-mos um para o outro.

 

J – Não sabes as saudades que eu tenho dos teus beijos.

C – Então cala-te e beija-me.


Ele fez o que eu lhe pedi e beijou-me calmamente, encaminhamo-nos para o sofá e eu sentei-me no colo dele e deixamo-nos ficar por ali a namorar.

 

Visão da Andreia

 

O Miguel disse á Patrícia que nós não íamos ficar ali nem quis acreditar. Entrei logo em pânico.

 

A – Miguel onde vamos?

M – Já vês.


O Miguel continuou a conduzir até que chegamos a uma praia.

 

M – Chegamos.

A – Miguel o que é que estamos aqui a fazer explicas-me?

M – Tenho uma coisa para te dizer.

 

 

 

Oláá meninas aqui fica mais um capitulo, este é dedicado ás três estrelinhas do céu.

Já sabem comentem, gosto sempre de saber a vossa opinião.

Beijinhos*

publicado por quandomenosseespera às 22:24
Sexta-feira, 02 DE Setembro DE 2011

18º Capitulo

R- Ele é que é o teu irmão?

P- Sim, é. Mas deixa-me apresentar-vos. Rúben, é o meu irmão João Pereira, João é o meu namorado Rúben Amorim.

R – Mas ele joga no Sporting?!

J – Mas ele joga no Benfica?!


Eles falaram ao mesmo tempo o que me fez soltar uma gargalhada, mas logo a seguir fiquei séria.

 

P – Vamos lá ver se nos entende-mos. Vocês fora das quatro linhas e para mim são o meu namorado e o meu irmão respectivamente e não jogadores de um clube ou de outro, percebido?


Ambos acenaram positivamente. O João sentou-se na cadeira que estava vaga, e o seu olhar continuava abatido.

 

P – Maninho que se passa?

J – Depois falamos mana.

P – Meu bem mas se é por causa deles eu garanto que não vão comentar nada, e até pode ser que te ajudem.


Depois de um minutos de pausa percebi que ele ia falar.

 

J- Foi ela mana, ela acabou tudo comigo.

P- Quem? A Cláudia? Mas ela era louca por ti, fui eu que vos juntei e tudo.

J – Sim, a Cláudia, acho que não tinha mais nenhuma namorada. – A voz dele saiu ríspida e magoada, percebi que ele tava a descarregar em mim e tive que lhe responder.

P – João Pedro vê-lá como falas comigo que eu não tenho culpa nenhuma.

J – Desculpa mana, mas eu não tou mesmo nada bem, consegues compreender?!

P – Claro que consigo, por isso é que quero saber o que aconteceu, para poder perceber.

A-     João, eu concordo com a Patrícia, vocês amavam-se e ela era louca por ti, via-se á distância, portanto explica-nos para perceber-mos o que se passou.

J – A culpa foi da Cristina, ela é que tem a culpa disto tudo.


Quando parou de falar levou as mãos a cara e começou a chorar, e conhecendo o meu irmão como conheço devia estar mesmo muito magoado. Sem eu dizer nada o pessoal percebeu que o assunto era mais delicado do que pensávamos e começaram a sair da cozinha deixando-nos a sós. O Rúben ao passar por mim, deu-me um beijo na testa e seguiu o seu caminho.

 

P- Mano, já estamos sozinhos, conta-me por favor o que aconteceu.

J – Foi a Cristina, não sei como ela ainda tinha a minha chave de casa, entrou lá para dentro e eu tava a dormir – ele começou a soluçar e eu como sempre protegi-o com os meus braços e ele quando acalmou retomou a conversa – eu tava a dormir como uma pedra, como já é normal, e ela mandou mensagem do meu telemóvel para a Claudia para ela ir ter la a casa e deitou-se na cama, toda nua. E depois a Clau chegou e viu. E acho que eu e a Cristina tínhamos ido para a cama.

P – Mano eu vou falar com a Claudia.

J – Não vale a pena mana, ela nem me deixou explicar.


O meu sangue começou a ferver com aquela situação toda.

 

P- Mas será que aquela cabra não desaparece das nossas vidas, mas tá descansado que eu vou já resolver isto.


Peguei nas chaves do carro e de casa que estavam sob a bancada da cozinha peguei na mala e sai porta fora, o João ainda pediu que eu parasse mas já não consegui evitar. O Rúben correu e alcançou-me e puxou-me o braço o que me fez parar.

 

R – Que se passa princesa?

P – Nada, vou resolver um assunto que já devia ter resolvido á muito tempo.

R – Nada do que eu disser te vai fazer acalmar pois não?

P – Não amor, desculpa mas eu tenho mesmo que resolver isto.

R- Então eu vou contigo e conduzo e nem vale a pena dizeres nada.

P – Eu agradeço muito amor.


Dei-lhe um leve beijo e continuamos a andar até ao meu carro, dei-lhe as chaves e ele sentou-se no lugar do condutor comigo a seu lado a dar indicações. Quando chegamos a Palmela avistei-a logo.

 

P – Pára o carro amor.


O Ruben obedeceu e imobilizou o veiculo assim que lhe foi possível e eu sai e diriji-me a ela.

 

P – Minha grande cabra, quem é que pensas que és?

C – Mas tas parva ou quê?

P – Tu é que tas! Que história é essa de teres a chave de casa do meu irmão e te enfiares na cama dele quando ele tava a dormir.

C – Isso foi ele que te disse para tu ires falar com a outra cabra para ele ter quem esteja sempre disponível para ele poder…

P – Cuidado com a linguagem quando falas do meu irmão.

C – Coitadinha vê lá.


Ela continuava com o ar de provocação que tinha desde o inicio da nossa conversa e eu não aguentei mais e dei-lhe uma chapada na cara, ela puxou-me os cabelos, e eu com uma rasteira deitei-a no chão. O Rúben que se tinha mantido no carro a meu pedido gritava por mim enquanto caminhava na nossa direcção, durante o tempo que tive praticamente sentada de cima dela enchi-lhe a cara de chapadas, onde o barulho só era interrompido pelo seus ais.

O Ruben conseguiu alcançar-nos finalmente e pegou em mim, levando-me de cima dela.

 

C – Larga-me sua pu*a

P – Vê lá se eu não te parto a cara toda. Podes largar Ruben, eu não vou fazer nada.


Ele largou mas manteve se muito perto para me agarrar se fosse necessário.

 

P- Olha Cristina eu só vou dizer isto uma vez. Ou tu vais repor a verdade com a Claudia ou o caso muda de figura.

C – E quantas pessoas te vem ajudar.

P – Deves tar com memoria curta por causa das chapadas que acabei de enfiar nesse focinho.

 

Ela levantou a sua mão em direcção á minha cara e eu agarrei-a ainda no ar.

 

P – Tu não ouses sequer a levantar-me a mão. Porque senão já não te levantas sozinha.

R- Patricia vamos, é melhor.

P – Sim, tens razão é melhor mesmo.

 

Comecei a andar junto ao Ruben em direcção ao carro, mas sabia que ela se ia tentar vingar. Senti os seus passos e virei-me para trás.

 

P – Tu achas que eu não ia perceber que vinhas atrás de mim.


A sua cara demonstrava a surpresa que tinha sentido.

 

P – O Aviso fica feito.


Dirigi-me novamente ao carro e entrei nele para seguir viagem com o Ruben rumo a outro local.

 

Para onde será que eles vão? E o que vai acontecer ao Joao e á Claudia? E a Andreia e o Miguel?

 

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Oláa meninas, sei que me tenho portado mal, mas tenho tido uns problemas pessoais e foi-me impossivel vir aqui postar.

O capitulo nao esta nada de especial e pequenito mas espero que gostem. Ja sabem deixem os vossos comentarios, masi do que nunca eles dao me alento.

Beijinhos*

Já agora peço desculpa se a linguagem não é a melhor :x

 

Ritinha meu bem tenho vindo a net nos ultimos dois dias a tua procura, ja tenho saudades de falar contigo :x Beijinhos*

 

Aproveito só para vos deixar aqui a musica ao som da qual escrevi este capitulo

publicado por quandomenosseespera às 00:19

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