12º Capitulo

Meninas como prometido aqui está um novo capitulo :D Espero que gostem :D

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Chest to chest
Nose to nose
Palm to palm
We were always just that close
Wrist to wrist
Toe to toe
Lips that felt just like the inside of a rose
So how come when I reach out my fingers
It feels like more than distance between us

In this California king bed
We're 10.000 miles apart
I bet California wishing on these stars
For your heart, for me
My California king

California King Bed

Rihanna

 

Acordei com o meu despertador a tocar, era um hábito que eu tinha, apesar de não ter horas para me levantar tinha sempre o despertador ligado. Desliguei-o e quando me virei para agarrar o Rúben vi que ele já não estava lá. Levantei-me apenas de lingerie e com a sua t-shirt e percorri a casa á sua procura, encontrei-o na cozinha. Aproximei-me dele sorrateiramente. Ele continuou virado sem dar pela minha presença como estava, no balcão virado para a parede a preparar o pequeno-almoço.

Ao fim de alguns passos encontrava-me atrás dele, coloquei a minha mão nas suas costas deixando-as percorrê-las. As minhas mãos depressa começaram a viajar pelos seus abdominais e pelo seu peito.

 

P- Bom dia meu príncipe. – Sussurrei-lhe ao ouvido. Ele tentou-se virar, mas eu não lhe permite tal coisa.

R- Bom dia minha princesa.


Comecei a dar-lhe leves beijos nas costas, o Rúben queria se virar mas eu não deixei novamente. As minhas mãos continuavam a viajar livremente pelo seu corpo, sem parar. A cada sitio que tocavam o Rúben mexia-se mais tentando-te a todo o custo que eu o deixasse virar.

 

P- Ei, deixa-me dar-te miminhos, tá-me a saber tão bem tar aqui agarradinha a ti.

R- Deixa-me abraçar-te princesa. – a sua voz molengou deixando-me completamente babada.

 

Deixei-o virar-se, os braços dele percorreram as minhas costas enquanto os seus lábios tocavam nos meus e as nossas línguas encontraram-se e iniciaram uma dança maravilhosa.

As mãos do Rúben desceram até á bainha da sua t-shirt que estava no meu corpo. As nossas bocas separaram-se e eu subi os meus braços, e a t-shirt foi parar ao chão.

Os beijos tornaram-se cada vez mais intensos e demonstravam o desejo que tínhamos de ser um do outro. As mãos do Rúben agarraram os meus quadris e sentaram-me sobre o balcão da cozinha.

Ouvimos a campainha e saltei logo para o chão.

 

R- Fica aqui, volto já.

Beijou-me e desapareceu pela porta. Eu peguei na t-shirt e voltei a vesti-la.

 

Mulher – Rúben, querido, quem é esta rapariguinha?

R- Mas que raio é que estás aqui a fazer Mariana?

P- É melhor eu ir embora. – Estava a sentir-me demasiado nervosa e confusa para continuar ali.

Mariana – Sim querida, é melhor. – Disse ela no auge do seu cinismo.

R- Não princesa, tu não sais daqui.

M- Princesa?! Sabes queiridinha, isso era o que ele me chamava quando fazíamos amor e eu o deixava louco, e acredita que foram muitas e não á muito tempo.


Não disse nada, não me dei sequer ao trabalho de lhe responder e sai da cozinha. Quando cheguei ao quarto o Rúben alcançou-me e virou-me para ele.

 

R- Espera linda, fica.

P- Não Rúben, tens de resolver as coisas com a tua… - não sabia sequer que raio ela era ao Rúben e isso fez-me parar de falar – nem sei o que ela te é. Resolve as coisas com ela. Quando eu quiser falar contigo tenho o teu número. Adeus Rúben.


Sabia que assim podia estar a perde-lo de vez, mas precisava de sair dali, e como sempre me disseram, se for forte o suficiente sobreviverá.

Sai daquela casa e nem sequer sabia o que estava a fazer. Sentei-me novamente no banco do jardim onde me tinha sentado da primeira vez que fui jantar a casa do Rúben.

 

Visão do Rúben

Acordei e fiquei a contempla-la durante uns 15 minutos, como era possivél já adorá-la tanto. A minha barriga fez um barulho reclamando por comida e eu levantei-me. Fui até á cozinha e comecei a preparar o pequeno-almoço, quando senti as mãos dela a percorrer o meu corpo. Queria virar-me e agarra-la, estava a ficar louco. Quando finalmente, ela deixou que eu me vira-se sentei-a sobre o balcão, já não aguentava muito mais, e os beijos ornavam-se cada vez mais explosivos o que me deixava cada vez mais excitado.

Ia tirar o soutien dela quando a campainha tocou. Maldita campainha. Dei-lhe um beijo e fui abrir. Tava tão fora de mim que nem me lembrei de olhar para ver quem era.

Abri a porta, ela entrou a matar e não me deixou falar. Como é que ela tinha coragem de entrar na minha casa depois de tudo?

Vi-a a dizer coisas horríveis á Patrícia e quando ia protestar a Patrícia foi-se embora. Partiu-me o coração quando ela me disse que me ligava quando quisesse falar comigo.

Voltei á cozinha e a Mariana ali continuava.

 

R- Porque é que tas aqui queres me explicar c*ralho? Sai já! – eu nem sou pessoa de dizer muitas asneiras, mas ela estava a deixar-me possuído.

M- Querido, vim ter contigo.

R- Mas eu não te disse já que te quero fora da minha casa e da minha vida?

M- Óh meu amor, isso é apenas da boca para fora.

Se ela pensava que era da boca para fora, já ia ver. Agarrei-lhe no braço sem fazer muita força.

M- Rúben, larga-me amor. Eu só quero ficar contigo.

R- Cala-te, achas mesmo que eu quero alguma coisa contigo?


Meti-a fora da minha casa, já nem conseguia respirar o mesmo ar que ela e agora tinha mais um grande problema, a Patrícia estava magoada comigo.

Eu nem percebia como era possível gostar tanto dela, mas desde que a tinha visto no trino, que a voz dela, o perfume dela, o sorriso nunca mais me tinham saído da cabeça. Só o brilho do seu olhar era suficiente para me fazer sorrir. Pensei em mandar mensagem mas ela podia nem ler e simplesmente apagar, podia ligar mas ela de certeza não ia atender.

 

O que é que eu ia fazer?!

 

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Bem meninas, aqui está, eu sei que não é muito grande mas se conseguir escrever mais hoje ainda posto, mas não prometo. Digam-me as vossas opiniões que já sabem que são como um motor para eu continuar a escrever.

Beijinhos*

Patrícia 

publicado por quandomenosseespera às 22:43